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UOL Busca Pablito Costa (Celtico)

32 anos, Casado. Natural de Salvador, BA

Eng. Mecânico e Professor de Dança de Salão

Apaixonado por ler, escrever, jogar basquete e dançar (é claro...)

Mensagem do Celtico:

“Nós homens de hoje somos muitas vezes umas criaturas que nos constituímos de esperança de nós mesmos. Dá-me, Senhor, a convicção mais profunda de que estarei destruindo meu futuro sempre que a esperança em ti não estiver presente”

 




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BRASIL, Sudeste, TAUBATE, CENTRO, Homem, de 26 a 35 anos, English, Spanish, Esportes, Cinema e vídeo, Dança
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As Janelas Doudadas

 As Janelas Douradas

 

0 menino trabalhava duro o dia todo, no campo, no estábulo e no galpão, pais seus pais eram fazendeiros pobres e não podiam pagar um ajudante. Mas quando o sol se punha, seu pai deixava aquela hora só para ele. 0 menino subia para 0 alto de um morro e ficava olhando para um outro morro, alguns quilômetros ao longe.

Nesse morro distante, via uma casa com janelas de aura brilhante e diamantes. As janelas brilhavam e reluziam tanto que ele piscava. Mas, pouco depois, as pessoas da casa fechavam as janelas para fora, ao que parecia, e então a casa ficava igual a qualquer casa comum de fazenda. 0 menino achava que faziam isso por ser hora do jantar; então voltava para casa, jantava seu pão com leite e ia se deitar.

Um dia, o pai do menino chamou-o e disse:

- Você tem sido um bom menino e ganhou um feriado. Tire esse dia para você; mas lembre-se de que Deus o deu, e tente usa-lo para aprender alguma coisa boa.

0 menino agradeceu ao pai e beijou a mãe. Guardou um pedaço de pão no balsa e partiu para encontrar a casa de janelas douradas. Foi uma caminhada agradável. Os pés descalços deixavam marcas na poeira branca e, quando olhava para trás, parecia que as pegadas o estavam seguindo e fazendo companhia. A sombra também seguia ao seu lado, dançando e correndo como ele desejasse; estava muito divertido.

O tempo foi passando e ele sentou fome. Sentou-se a beira de um riacho que corria atrás da cerca e comeu o seu almoço seguindo depois em frente.

Passado um longo tempo, chegou ao morro verde e alto. Quando subiu, lá estava ela. Mas parecia que haviam fechado as janelas, pois ele não viu nada dourado. Chegou mais perro e ai quase chorou, porque as janelas eram de vidro comum, iguais a qualquer outra, sem nada de oura nelas.

Uma mulher chegou a porta e olhou carinhosamente para o menino, perguntando o que ele gostaria.

- Eu vi as janelas de ouro lá do nosso morro – disse ele -, e vim para vê-las, mas agora elas são só de vidro!

A mulher balançou a cabeça e riu. – Nós somos pobres fazendeiros. E não temos como ter janelas de outro. Vidro é melhor porque podemos ver através.

Fez o menino sentar-se na escada e lhe trouxe um colo de leite e um pedaço de bolo. Então, chamou a filha, da idade do menino, e os deixou. A menininha estava descalça como ele e usava um vestido de algodão muito simples, mas os cabelos eram dourados como as janelas que o menino havia visto. Ela passeou com ele pela fazenda depois quando já haviam comido uma maça juntos, e assim se tornando amigos, ele perguntou sobre as janelas douradas. E para sua surpresa a menina confirmou dozendo que sabia tudo sobre elas mas que ele tinha errado a casa.

- Você veio completamente na direção errada! Venha que vou lhe mostrar a casa, de janelas douradas. Foram para um mirante que se encontrava atrás da casa, e p caminho ela lhe comentou que a casa somente poderia ser vista naquele horário perto do por do sol. E ele confirmou!!

Chegando lá, a menina apontou: La longe, num morro distante, havia realmente uma casa com janelas douradas de brilhante e diamante, exatamente como ele havia visto. E quando ele olhou bem, o menino viu que era a sua própria casa!

Logo, disse a menina que precisava ir. Deu a ela sua melhor pedrinha, a branca com listra vermelha, que levava na um ano no seu bolso. Ele deu-lhe um beijo e prometeu voltar, mas não contou o que descobrira.

Desceu o morro, enquanto a menina o olhava na luz do sol poente.

0 caminho de volta era longo e ía estava escuro quando chegou a casa dos pais. Mas o lampião e a lareira luziam através das janelas, tornando-as quase tão brilhantes como as vira do mirante. Quando abriu a porta, sua mãe veio beija-lo, e a irmãzinha correu para abraça-lo pelo pescoço sentado perto da lareira, seu pai levantou os olhos e sorriu.

-Teve um bom dia? -perguntou a mãe.

-Sim! - 0 menino havia passado um dia ótimo.

-E aprendeu alguma coisa? -perguntou 0 pai.

-Sim! -disse o menino. -Aprendi que nossa casa tem janelas de ouro e diamentes.

Parece que nós também apendemos uma coisa hoje. Eu aprendi que minha casa também tem janelas de ouro e diamantes. E a sua?

Braços,

Celtico 

 



- Postado por: Celtico às 11h29
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A história do lápis

 

O menino olhava a avó escrevendo uma carta.

A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade.

Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos

não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços,

e procure ser consciente de cada ação".

"Somos responsáveis pelas linhas de nossa existência? Sim, Nós somos os escritores, o lápis e a escrita... Não tenham dúvida disto... E ai esta a nossa vida. Como uma página em branco a cada amanhecer.

Que história você tem para contar? Espero que seja uma história de muita felicidade!!"

Forte abraço,

Celtico

PS: Saudades de Todos!!!



- Postado por: Celtico às 15h20
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